Revista Brasileira De Herbicidas 2018; 17(4): 1-9

Interação e eficácia de misturas em tanque dos herbicidas metsulfuron-methyl e glyphosate

Jeisiane de Fátima , Jéssica Cursino , Acácio Gonçalves , Saul Jorge Pinto de

DOI: 10.7824/rbh.v17i4.610

A solução mais comum para as falhas no controle de plantas daninhas no sistema de produção é a inclusão de herbicidas alternativos, aplicados de forma isolada ou misturados em tanque. Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a eficácia e a interação de misturas de metsulfuron-methyl e glyphosate para controle de plantas daninhas. Para tanto, foram desenvolvidos dois experimentos independentes, avaliando-se diferentes bioindicadores, uma monocotiledônea (capim-amargoso – Digitaria insularis) e uma dicotiledônea (corda-de-viola – Ipomoea triloba). Os tratamentos constaram de esquema fatorial 5×5, correspondendo o primeiro fator às cinco doses do herbicida glyphosate (0, 180, 360, 540 e 720 g e.a. ha-1) e o segundo fator às cinco doses do herbicida metsulfuron-methyl (0; 1,2; 2,4; 3,6 e 4,8 g i.a. ha-1). Em ambos os experimentos se adotou delineamento experimental de blocos ao acaso, com seis repetições. A aplicação da mistura de glyphosate e metsulfuron-methyl sobre o capim-amargoso foi considerada aditiva em todas as doses utilizadas; já sobre a corda-de-viola, a adição de metsulfuron-methyl à calda de glyphosate eleva o controle absoluto da mistura, porém com magnitude aquém da esperada, o que denota caráter antagônico.

Interação e eficácia de misturas em tanque dos herbicidas metsulfuron-methyl e glyphosate

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