Revista Brasileira De Herbicidas 2018; 17(4): 1-8

Herbicidas utilizados em milho no controle de soja voluntária

José Gabriel Castilho , Guilherme Mendes Pio de , Éllen Stephanny Tanaka dos , Fernanda Neves , Rubiane Pellozo , Luis Gustavo , Jethro Barros

DOI: 10.7824/rbh.v17i4.616

A soja voluntária é um problema no cultivo do milho, interferindo em seu desenvolvimento e crescimento. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência de herbicidas utilizados na cultura do milho para o controle de plantas de soja voluntária em dois estádios fenológicos. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 11, tendo como fatores dois estádios fenológicos e onze caldas de herbicidas, com quatro repetições. As caldas testadas foram compostas por: nicosulfuron (40 g ha-1 i.a.); tembotrione (75 g ha-1 i.a.); mesotrione (480 g ha-1 i.a.); atrazine (500 g ha-1 i.a.); 2,4-D (806 g ha-1 i.a.); dicamba (480 g ha-1 e.a.); glufosinato de amônio (200 g ha-1 i.a.); atrazine + tembotrione (500 + 75 g ha-1 i.a.); atrazine + mesotrione (500 + 480 g ha-1 i.a.); atrazine + nicosulfuron (500 + 40 g ha-1 i.a.), além da testemunha sem aplicação. Foram realizadas avaliações visuais aos 07, 14, 21, 28 e 35 dias após aplicação (DAA) para determinar o controle da soja voluntária. Os resultados indicam que em ambos estádios fenológicos, os herbicidas mesotrione, nicosulfuron, tembotrione e 2,4-D não apresentaram controle total da soja. Glufosinato de amônio, atrazine isolada ou associada ao mesotrione, nicosulfuron e tembotrione controlaram 100% as plantas de soja, a partir dos 7 DAA. Dicamba apresentou controle total, no estádio fenológico V1 e V3, a partir de 7 DAA e 14 DAA, respectivamente.

Herbicidas utilizados em milho no controle de soja voluntária

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