Weed Control J 2025; 24: e202500849


Dinâmica de plantas daninhas na sucessão planta de cobertura/milho silagem e adubação potássica

Karina M. , Giuliana R. B. , Fábio A. D. , James J. , Fernanda C. L. , Flávia B. S.

DOI: 10.7824/wcj.2025;24:00849

Resumo:

Introdução:

As plantas daninnhas competem com as culturas por recursos, reduzindo a produtividade agrícola. Práticas de manejo com plantas de cobertura e adubação potássica podem influenciar na dinamica da comunidade infestante.

Objetivo:

Avaliar a comunidade de plantas daninhas em sistema de sucessão Urochoa ruzizienis- milho silage (Zea mays L.), considerando diferentes doses de fertilizante potássico (K) aplicadas na cultura de cobertura.

Métodos:

No outono-inverno foram testados os tratamentos: U. ruziziensis com seis doses de K (0, 30, 60, 90, 120 ou 150 kg K2O ha−1 na forma de KCl) e pousio. No verão, o milho recebeu doses complementares de K, totalizando 150 kg K2O ha−1 nos sistemas com cobertura, e adubação convencional (60 + 90 kg K2O ha−1) no pousio. Realizou-se o levantamento populacional de plantas daninhas com quadros de 0,50 m, estimando-se índices fitossociológicos, massa seca, número e densidade das espécies.

Resultados:

A comunidade de plantas daninhas e seus índices fitossociológicos variaram conforme a cultura e o período agrícola. A maior massa seca foi observada antes do corte da U. ruziziensis. O número de espécies e a densidade de plantas foram maiores no estádio V4 do milho, antes da aplicação do herbicida.

Conclusões:

O manejo com U. ruziziensis e a adubação potássica influenciam a dinâmica da comunidade de plantas daninhas. A escolha do sistema de sucessão e das doses de K afeta diretamente a infestação, podendo contribuir para estratégias integradas de manejo.

Dinâmica de plantas daninhas na sucessão planta de cobertura/milho silagem e adubação potássica

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