Revista Brasileira De Herbicidas 2020; 19(2): 1-6

EFICÁCIA DE HERBICIDAS NO CONTROLE PÓS-EMERGÊNCIA DE CORDA-DE-VIOLA

Gabriella Daier Oliveira Pessoa , Gabriel Henrique Rocha , João Paulo , Maria Tereza Barbosa , Tatiane Severo , Taliane Maria da Silva , Lucas da Silva

DOI: 10.7824/rbh.v19i2.666

O bom estabelecimento das culturas agrícolas depende de vários fatores ligados à forma de manejo das plantas daninhas. A corda-de-viola (Ipomoea sp.) é uma das plantas daninhas mais problemáticas em lavouras agrícolas no Brasil, causando redução na produção e dificultando as operações de colheita. Neste sentido, objetivou-se avaliar a eficácia de diferentes herbicidas aplicados em pós-emergência da corda-de-viola. O experimento foi conduzido no período de julho a setembro de 2018 em casa de vegetação. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados (DBC), com seis tratamentos (T1 – glifosato, T2 -clorimuron-etílico, T3 – metsulfuron-metílico, T4 – carfentrazona-etílica, T5 – saflufenacil, T6 – controle sem aplicação de herbicidas), com quatro repetições. Para a determinação da eficácia de controle, foram feitas avaliações de fitointoxicação com base em uma escala visual aos 7, 14 e 21 dias após a aplicação. Neste mesmo período, foi medido o comprimento de raiz, da parte aérea e comprimento total, diâmetro de caule e matéria seca total da planta. A carfentrazona-etílica (30 g i.a. ha-1) e o saflufenacil (35 g i.a. ha-1) são eficientes no controle da corda-de-viola (Ipomoea sp.) em pós-emergência por apresentar controle total desta planta daninha. O glifosato 1920 g e.a. ha-1), clorimuron-etílico (12,5 g i.a. ha-1) e metsulfuron-metílico (3,6 g i.a. ha-1) não são recomendados para o controle de corda-de-viola (Ipomoea sp.) devido à baixa porcentagem de controle.

EFICÁCIA DE HERBICIDAS NO CONTROLE PÓS-EMERGÊNCIA DE CORDA-DE-VIOLA

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