Revista Brasileira De Herbicidas 2015; 14(2): 93-102

Época de aplicação de dessecantes em pré-emergência na soja convencional

Henrique Fabricio , Leandro Paiola , Fabio Henrique , Alfredo Junior Paiola , Angelo Henrique Canan , Augusto , Juliano Bortoluzzi

DOI: 10.7824/rbh.v14i2.297

O manejo de plantas daninhas na cultura da soja destaca-se como importante ferramenta para assegurar seu alto potencial produtivo. O advento do plantio direto aumentou a importância do manejo realizado na entressafra e pré-semeadura da soja visando evitar a interferência das plantas daninhas no período inicial do cultivo. A pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar o controle de plantas daninhas e o desempenho agronômico da soja convencional com o uso de diferentes herbicidas dessecantes. O experimento foi realizado no delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. Os tratamentos foram arranjados no esquema fatorial 4×3, sendo o primeiro fator constituído dos herbicidas aplicados glyphosate – sal isopropilamida; glyphosate – sal de potássio; glyphosate – sal isopropilamida + 2,4-D; e paraquat + diuron e o segundo fator das épocas de aplicação (13 e 7 dias antes da semeadura – DAS; e 1 dia depois da semeadura – DDS). Avaliou-se o porcentual de controle de plantas daninhas, estande, emergência de plântulas, altura de plantas, número de vagens, massa de cem sementes e produtividade. A dessecação de manejo somente com glyphosate próximo a semeadura ocasionou decréscimo no percentual de controle de plantas daninhas, já uso de glyphosate + 2,4-D ocasionaram diminuição no crescimento inicial do cultivo devido à proximidade com a semeadura, aplicação de paraquat+diuron próximo a época se semeadura causou menor inserção de primeira vagem na cultura. Não houve diferenças significativas entre os tratamentos para componentes de produção da soja, nestas condições experimentais.

Época de aplicação de dessecantes em pré-emergência na soja convencional

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