Revista Brasileira De Herbicidas 2005; 4(3): 35-46

Persistência de isoxaflutole em solo argiloso cultivado com Batata

Maria do Carmo S. S. , Márcio L. , Patrícia , João Tessarioli , Paulo César T.

DOI: 10.7824/rbh.v4i3.35

Foi realizado um experimento de campo na Estação Experimental Agrícola da Bayer CropScience, localizada em Paulínia – SP, com o objetivo de estudar a persistência de isoxaflutole aplicado em pré-emergência, na cultura de batata cv. Monalisa, em solo argiloso. O experimento foi disposto em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas e repetidos quatro vezes. Nas parcelas foram estudadas as doses de isoxaflutole 0, 75, 150 e 300 g/ha. No dia da aplicação do produto e em intervalos semanais até os 140 dias, exceto aos 119 dias, foram retiradas amostras de solo. A atividade residual do isoxaflutole foi avaliada empregando-se a técnica de bioensaios, sendo usado o feijão (Phaseolus vulgaris L. cv. Eté) , como planta-teste. O período residual de cada dose foi determinado através de análise de regressão polinomial, estabelecida por dose. A perda da atividade residual de isoxaflutole em solo argiloso nas condições de outono-inverno foi bastante lenta. Para as doses de 75 e 150 g/ha, o período residual foi de, respectivamente, 84 e 112 dias, sendo observado aos 70 e 98 dias atividade de recarga. Para a dose de 300 g/ha, o período residual foi superior a 140 dias.

Persistência de isoxaflutole em solo argiloso cultivado com Batata

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