Revista Brasileira De Herbicidas 2000; 1(3): 243-248
Seletividade de herbicidas aplicados em condições de pré-emergência na cultura do girassol
DOI: 10.7824/rbh.v1i3.341
Com a expansão da área cultivada com girassol no Brasil, os problemas ocasionados pela competição com plantas daninhas tem aumentado significativamente. O número limitado de produtos registrados para o girassol e a falta de herbicidas de largo espectro de ação sobre invasoras, principalmente, as de folhas largas, levam a utilização de outros métodos de controle disponíveis. Um experimento de campo foi instalado na Embrapa Soja, Londrina, PR, a fim deavaliar a tolerância do girassol, cultivar Morgan M-742, aos herbicidas aplicados em condições de pré-emergência. Os tratamentos foram acetochlor+oxyfluorfen (1536+240 g/ha), oxyfluorfen (360 g/ha), oxyfluorfen (240 g/ha) , linuron (1000 g/ha), aclonifen (1800 g/ha), oxadiargil (800 g/ha), diflufenican (25 g/ha), triflluralin (1800 g/ha), metolachlor (1920 g/ha), sulfentrazone (300 g/ha), prometrine (1600 g/ha), alachlor (3360 g/ha) e a testemunha sem aplicação. Os tratamentos acetochlor mais oxyfluorfen (1536+240 g/ha) e oxyfluorfen (360 g/ha) proporcionaram maior grau de toxicidade ao girassol, cultivar Morgan M-742, embora não tenham prejudicado o rendimento de óleo e a produtividade da cultura. Todos os tratamentos testados foram seletivos para o girassol cultivar Morgan M-742.
Palavras-chave: Helianthus annuus; plantas daninhas; tolerância
310
