Weed Control J 2022; 21: e202200758

Controle químico de Maranta sobolifera

Vitor G. , Silvio D. , Dyogo B. , Adriana C. , Neumárcio V.

DOI: 10.7824/wcj.2022;21:00758

Resumo

Introdução

A espécie Maranta sobolifera L. Andersson (Caeté) apresenta tolerância ao controle químico e sua dispersão nas áreas agrícolas do oeste paranaense vem aumentado a cada ano.

Objetivo

Avaliar o controle da M. sobolifera utilizando diferentes doses de herbicidas aplicados isolados e em mistura em experimentos em vaso e a campo.

Métodos

No experimento em vaso foi adotado o delineamento inteiramente causalizados com quatro repetições, enquanto que a campo foi adotado o delineamento em blocos casualizados em esquema de parcela subdividida no tempo, com três repetições.

Resultados

No experimento em vaso, as aplicações isoladas de glifosato (2160 g ha-1), carfentrazone (60 g ha-1), e 2,4-D (670 e 1340 g ha-1), além das misturas de [fluroxipir + triclopir] (320 + 960 e 480 + 1440 g ha-1), glifosato+carfentrazone (720 + 40 e 1080 + 60 g ha-1), glifosato + 2,4-D (1080 + 1340 g ha-1), e glifosato + [fluroxipir+triclopir] (720 + [320 + 960] e 1080 + [480 + 1440] g ha-1), foram as mais eficientes (>80%) aos 42 dias após a aplicação (DAA). Enquanto que a campo, as aplicações de glifosato (>3000 g ha-1), glufosinato ( 200 g ha-1), carfentrazone ( 60 g ha- 1), saflufenacil (≥ 105 g ha-1), 2,4-D ( 1340 g ha-1) e a mistura comercial fluroxipir+triclopir ( 160 + 480 g ha-1) foram mais eficientes (>80%) a partir de 21 DAA.

Conclusões

O carfentrazone e o saflufenacil apresentaram-se mais eficientes em doses mais elevadas, além de que, apenas a mistura glifosato+carfentrazone (720 + 40 g ha-1) apresentou efeito sinérgico.

Controle químico de Maranta sobolifera

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