Weed Control J 2024; 23: e202400847

Interferência e nível de dano econômico de azevém na cultura do centeio

Leandro , Juliane C. , Leticia , Leonardo , Camila V. de , Vinicius , Sabrina C. , Gismael F.

DOI: 10.7824/wcj.2024;23:00847

Resumo:

Introdução:

O azevém (Lohum multiflorum) é uma das plantas daninhas que mais causa perdas na produtividade de grãos do centeio (Secale cereale) por utilizar recursos limitados e essenciais ao crescimento da cultura.

Objetivo:

identificar variáveis explicativas para determinar a habilidade competitiva e o nível de dano econômico (NDE) de azevém infestante do centeio.

Métodos:

O experimento foi instalado a campo na safra 2018, em delineamento completamente casualizado. Os tratamentos foram compostos por genótipos de centeio (BRS Serrano, IPR 89, BRS Progresso e Crioulo) e 12 densidades de azevém em competição com a cultura, indo de 0 até o máximo de 68 plantas m-2. Avaliou-se aos 30 dias após a emergência do feijoeiro, as variáveis, densidade de plantas, área foliar, cobertura de solo e massa seca da parte aérea do azevém. E no centeio determinou-se a produtividade de grãos, preço de venda, custo de controle e eficácia do herbicida.

Resultados:

Os genótipos BRS Serrano e IPR 89 foram os mais competitivos e os menos competitivos o BRS Progresso e o Crioulo na presença do azevém. Os genótipos BRS Serrano e IPR 89 apresentaram maior desempenho competitivo e NDE, com valores de 2,28 a 8,23 plantas m-2, respectivamente.

Conclusões:

A produtividade de grãos, o preço da saca, a eficiência do herbicida e o custo de controle, causam variação dos valores de NDEs sendo os maiores para os genótipos BRS Serrano e IPR 89 de 2,28 a 8,23 plantas m-2 e os menores para o BRS Progresso e Crioulo com 1,15 a 2,48 plantas m-2 de azevém.

Interferência e nível de dano econômico de azevém na cultura do centeio

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