Weed Control J 2026; 25: e202600804
Seletividade de herbicidas aplicados em pré-emergência para eucalipto e pinus
DOI: 10.7824/wcj.2026;25:00804
Resumo:
Introdução:
Fatores como formulação, dose, tecnologia de aplicação, características do solo, espécie e temperatura, influenciam na seletividade de herbicidas, sendo que culturas como eucalipto e pinus são carentes de produtos registrados para o controle de plantas daninhas.
Objetivo:
Objetivou-se avaliar a seletividade de herbicidas pré-emergentes aplicados antes ou depois do plantio de eucalipto e pinus.
Métodos:
Dois experimentos foram conduzidos em vasos, em delineamento de blocos inteiramente casualizados e cinco repetições. Foram testadas as modalidades de aplicação ‘aplique-plante’ (AP) e ‘plante-aplique’ (PA) em Eucalyptus urograndis – Clone 1407 e Pinus caribaea var. hondurensis para cinco ingredientes ativos: flumioxazina (90 g i.a. ha−1), indaziflam (75 g i.a. ha −1), isoxaflutol (150 g i.a. ha−1), oxifluorfem (960 g i.a. ha−1) e sulfentrazona (800 g i.a. ha−1), acrescido de uma testemunha sem herbicida. Os tratamentos consistiram de um fatorial 2×6, sendo duas modalidades de aplicação e seis tratamentos químicos (incluindo o controle). Foram feitas avaliações de fitointoxicação, altura, diâmetro do caule e massa seca (MS) das plantas, além do cálculo de taxa de crescimento absoluto.
Resultados:
Para a MS, área foliar e altura do eucalipto, verificou-se que não houve diferença entre as modalidades de aplicação e os herbicidas testados. Para o diâmetro do caule do pinus, não houve diferença entre os tratamentos nas modalidades AP e entre os herbicidas na modalidade PA.
Conclusões:
Indaziflam e isoxaflutol foram prejudiciais ao pinus na modalidade AP, causando reduções de 38% e 25% na MS, respectivamente, em relação à testemunha.
Palavras-chave: época de aplicação; Eucalyptus urograndis; fitotoxicidade; Pinus caribaea var hondurensis
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